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PSDB pede para Luislinda silenciar se quiser ficar

Da Redação    

05 de Novembro de 2017 as 08:40

Divulgação

A insatisfação da ministra Luislinda com o seu contracheque já era conhecida pelos seus funcionários.

O presidente Michel Temer empurrou para o PSDB a decisão de manter ou não a ministra Luislinda Valois no cargo depois de ela ter protocolado documento no qual diz que faz trabalho escravo por não receber R$ 61 mil, soma de sua remuneração como ministra e aposentadoria como desembargadora, e pedir para furar o teto constitucional.

A ministra foi avisada por seus interlocutores no partido que fica se não falar mais no assunto. Ela foi indicada para o cargo pelo senador Aécio Neves (MG), de quem é admiradora, e pelo ministro Antonio Imbassahy, também baiano.

A insatisfação da ministra Luislinda com o seu contracheque já era conhecida pelos seus funcionários. Ela ameaçou demitir o servidor que a avisou assim que assumiu que ela teria o salário glosado em R$ 27 mil devido a regra do abate-teto.

 











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