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26 de Janeiro de 2017 às 12:51

Professores devem ficar de fora do congelamento de salários do Governo

Lucas Bólico

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Divulgação

Em entrevista concedida ao programa de rádio Chamada Geral, Marafon avaliou que os professores ainda recebem um salário “injusto” pelo serviço que desempenham

A lei complementar que prevê o congelamento dos gastos do Estado de Mato Grosso, e por consequência dos salários dos servidores, não deve atingir os professores da rede pública. A garantia partiu do secretário de Educação, Marco Marrafon. Ele sustenta que apesar do pacote de austeridade, o Governo continuará com o plano de valorização dos profissionais da Educação.

Em entrevista concedida ao programa de rádio Chamada Geral, Marafon avaliou que os professores ainda recebem um salário “injusto” pelo serviço que desempenham, mas que, comparativamente, os de Mato Grosso gozam de um dos melhores subsídios entre os estados.

 “O que nós temos em relação à educação é uma injustiça histórica e a gente sabe que isso tem que ser corrigido”, avaliou. “A gente já tem uma política bastante avançada em relação a isso. Veja, hoje o piso nacional para 40 horas é de R$ 2,2mil. Nós já estamos chegando no piso estadual para 30 horas de R$ 3,3 mil. Então além de mil reais a mai,s são dez horas a menos. Quando você corrige, vamos supor que fosse aplicado 40 horas, daria acima de 4 mil reais. Isso colocaria o patamar de 40 horas o melhor do Brasil entre os estados”, argumenta.

 A lei complementar que estipula um teto de gastos foi um compromisso assumido pelo governador Pedro Taques (PSDB) com o Governo Federal. O projeto acabou não sendo votado em 2016 e deve ser encaminhado para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso no primeiro semestre de 2017.

“Já temos então que ela [categoria dos professores] ficaria de fora da lei complementar do teto de gastos”, adiantou. “Haverá sim congelamento de salários no estado de Mato Grosso, é um debate porque houve a Emenda Constitucional e é um compromisso do governamental, agora isso não atingirá o setor da educação”, explicou.

 Com os professores, o Governo de Mato Grosso assumiu compromisso de fazer concurso público, cujo edital está sendo elaborado, e de aumentar o poder de compra da categoria. “Está começando a haver uma política de valorização e sempre vai ficando melhor ano a ano. A gente tem buscado cumprir todos os compromissos, mas a gente tem responsabilidade. Isso não pode ser de um dia para o outro”, finalizou.

 

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